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A Viagem de Meu Pai | Crítica

Retrato Inacabado

Oitenta anos. Tempo de construir uma carreira como um renomado industrial. Tempo de criar duas filhas. Tempo de conhecer diversos amores. Tempo.

É esse tão temido tempo que move A Viagem de Meu Pai, drama do diretor Philippe Le Guay (dos imperdíveis As Mulheres do Sexto Andar e Pedalando com Molière). Na história, Claude Lherminier (Jean Rochefort) encontra-se senil; a memória, que já deixara de ser sua aliada, agora luta contra ele. Sua filha Carole (Sandrine Kiberlain) não quer saber de hospedá-lo em um asilo – mas o pai tornou-se para ela uma constante preocupação.

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Durante toda a projeção, A Viagem de Meu Pai acerta em cheio o espectador com sua história realista. Também o filme tem suas brisas de calmaria, através de momentos de alívio cômico – sempre em boa hora.

Jean Rochefort mostra-se um senhor ator, mas quem me ganhou aqui foi Sandrine Kiberlain. De forma natural e cativante, ela desenha com precisão o retrato de uma mulher que, embora pronta para escrever sua própria história, ainda precisa ajudar seu pai a finalizar a dele.

ASSISTA AO TRAILER

Jean Rochefort, Sandrine Kiberlain, Filmes Franceses, Filmes sobre Alzheimer, Cinema Francês, Filmes franceses cinema, Drama, EstreiaFicha Técnica

Título Original: Floride
Ano de produção: 2015
Direção: Philippe Le Guay
Elenco: Jean Rochefort, Sandrine Kiberlain e Laurent Lucas
Gênero: Drama
Duração: 110 minutos
Distribuidora: Mares Filmes

 

 

 

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Angelo Capontes Jr. escreve críticas cinematográficas há cinco anos. Formado em Jornalismo, começou a carreira em jornais impressos e sites de entretenimento. Atualmente, é editor e crítico de cinema do filmesfranceses.com.br.