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Virginie Efira | Entrevista

Frio. Muito frio. Era o que a belga Virginie Efira sentia desde que chegara em São Paulo, no dia 07/06, para o lançamento de seu filme – Um Amor à Altura – no Festival Varilux. Mas o bom humor da moça, ah… isso nada conseguira abalar.

Virginie é uma atriz que acena com uma graça somente dela. Está sempre sorrindo, rindo e fazendo piadas. É visível a sua vontade de deixar o clima gostoso, leve. E foi esse o seu papel na coletiva de imprensa do Festival, que aconteceu na última quarta-feira, 08, no Teatro Aliança Francesa. VE 2

Elegante e dona de uma beleza tão natural, Virginie chegou com um sorriso contagiante. Desceu as escadas ao lado de seus colegas de trabalho, subiu ao palco e, dali em diante, foi uma resposta mais impagável que a outra.

“Como foi trabalhar com Jean Dujardin, que – com ajuda de efeitos – foi transformado em um homem de 1,36 m de altura?”. “Mas ele não tem 1,36 m?”, retrucou a espirituosa atriz.

Ao final, Virginie subia as escadas do teatro, até que resolvi abordá-la. Falei que adorava seu trabalho. Ela puxou meu braço, levou-me até a calçada (onde fazia sol) e disse: agora sim! Bati um papo rápido e delicioso com ela, falei sobre suas diferentes personagens e sobre um filme espetacular estrelado por ela – Le Goût des merveilles, ainda inédito aqui no país.

Naquele momento, era possível observar a simpatia de uma atriz tão arrebatadora e de uma estrela singular, que tem aquilo que é mesmo fundamental para o sucesso: alegria de viver.

Confira abaixo o texto publicado sobre a carreira da atriz: 


Radiante, hoje ela é a estrela das melhores comédias românticas francesas. Conheça mais sobre essa comédienne tão arrebatadora

Já faz tempo que, sem querer, esbarrei com um comédia romântica francesa em que um homem azarado encontrava a mulher de seus sonhos. A Chande da Minha Vida se esvaiu da minha memória, até que, meses atrás, lembrei que era Virginie Efira quem estrelava o filme.

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Para quem (ainda) não a conhece, vale correr. Nascida em Schaerbeek, na Bélgica, Virginie está nas telonas há pouco mais de uma década. Foi depois dos 30, porém, que ela conseguiu emplacar – e o mais curioso: no mundo das comédias românticas.

O caso é o inverso do que acontece em Hollywood – onde as atrizes começam cedo no gênero e, quando não conseguem sair dele, caem no esquecimento. A explicação é fácil: Virginie jamais tenta mascarar sua real idade, e suas personagens estão todas elas em situações engendradas de maneira tangível.

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Exemplo disso? 20 Anos + Jovem, em que Virginie dá vida a uma mulher que não consegue passar uma imagem moderna de si mesma aos colegas de trabalho. Ou Et ta soeur (refilmagem de A Irmã da sua Irmã, com Emily Blunt), comédia romântica que traz a atriz no papel de uma mulher sem afetações. E ainda Le goût des merveilles, uma excelente obra sobre uma mulher, à beira da falência, que encontra um homem com um jeito inusitado de levar a vida.

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O que torna Virginie Efira uma comédienne tão arrebatadora, afinal, é seu compromisso com os papéis entregues a ela. Também a habilidade singular de captar cada nuance de suas personagens é de crucial importância. Uma atriz tão radiante como essa não passa o tempo à procura de atenção, mas consegue chamá-la porque, de fato, nasceu para brilhar.

PS.: Fique de olho em Une famille à louer e em Un homme à la hauteur: ambos com Virginie, ainda sem previsão de estreia aqui no país – mas que parecem muito promissores.

 

Filmes citados no artigo:

A Chance da Minha Vida (La chance de ma vie, 2011)

20 Anos + Jovem (20 ans d’écart, 2013)

Et ta soeur (2014)

Le goût des merveilles (2015)

Une famille à louer (2015)

Un homme à la hauteur (2016)

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Angelo Capontes Jr. escreve críticas cinematográficas há cinco anos. Formado em Jornalismo, começou a carreira em jornais impressos e sites de entretenimento. Atualmente, é editor e crítico de cinema do filmesfranceses.com.br.