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Com final imprevisível, Feliz que Minha Mãe Esteja Viva é drama obrigatório

O parisiense Claude Miller teve uma carreira promissora. Responsável por ótimas obras, como Betty Fisher e Outras Histórias e Thérèse D, alguns de seus trabalhos de menor repercussão merecem ser descobertos – como este Feliz que Minha Mãe Esteja Viva.

Baseado em um artigo de Emmanuel Carrère, o drama traz um menino em constante procura por sua mãe biológica, que o entregou à adoção junto ao irmão. Adotados por um tranquilo casal, os meninos crescem de forma desconforme: Thomas, o mais velho, quer saber a todo custo detalhes sobre a mãe; Patrick, o caçula, mal lembra do fato de ter sido adotado.

Aos 20 anos, Thomas finalmente bate à porta da mulher que o deu à luz. Com um começo não linear, Feliz que Minha Mãe Esteja Viva se amplifica a cada reação de seu protagonista, interpretado por Vincent Rottiers, em atuação ponderada. O desfecho é imprevisível – e igualmente impecável.

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Claude Miller, Vincent Rottiers, Feliz que minha mãe esteja viva filme, drama francês, Filmes Franceses, Cinema francêsFicha Técnica

Título Original: Je suis heureux que ma mère soit vivante
Ano de produção: 2009
Direção: Claude e Nathan Miller
Elenco: Vincent Rottiers, Sophie Cattani e Christine Citti
Gênero: Drama
Duração: 91 minutos
Distribuidora: Imovision

 

 

 

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Angelo Capontes Jr. escreve críticas cinematográficas há cinco anos. Formado em Jornalismo, começou a carreira em jornais impressos e sites de entretenimento. Atualmente, é editor e crítico de cinema do filmesfranceses.com.br.