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Dois Dias, uma Noite | Crítica

Equilíbrio psicológico

Recém-curada da depressão, Sandra perdeu seu emprego para que os outros trabalhadores da fábrica recebessem um abono salarial. Mas após descobrir que seus colegas foram persuadidos a votarem contra sua permanência, ela conquista o direito de uma nova votação.

Nos 90 minutos do excepcional Dois Dias, Uma Noite (Deux Jours, Une Nuit, 2014), Sandra – com a ajuda de seu marido (Fabrizio Rongione) – passa o fim de semana de porta em porta, atrás dos trabalhadores da fábrica. Seu intuito é convencer cada um deles a votar a seu favor – e a abdicar, portanto, de um abono de mil euros.

A pergunta dos irmãos Dardenne, que emplacam aqui um de seus melhores dramas em anos, é simples: você abriria mão de dinheiro para manter outro funcionário empregado? Entram em pauta questões como compreensão, lealdade e comiseração.

Vivida por Marion Cotillard – em emocionante e perfeita atuação –, Sandra suplica por um único favor a dezesseis pessoas. Quando é atendida, explode em comoção. Quando não, aceita sem julgamentos – mas desaba em seu mundo particular.

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Angelo Capontes Jr. escreve críticas cinematográficas há cinco anos. Formado em Jornalismo, começou a carreira em jornais impressos e sites de entretenimento. Atualmente, é editor e crítico de cinema do filmesfranceses.com.br.